sexta-feira, 30 de setembro de 2011



Um amigo me disse que o poeta Mallarmé tinha o sonho de escrever um poema de uma palavra só. Ele buscava uma única palavra que contivesse o mundo. T.S. Eliot no seu poema O Rochedo tem um verso que diz que temos "conhecimento de palavras e ignorância da Palavra". A poesia é uma busca da Palavra essencial, a mais profunda, aquela da qual nasce o universo. Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria."(Rubem Alves)

Que o Fim de Semana seja de Paz.





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Céu de Extrema



Ah....
Eu sorri quando vi teu rosto
era um riso cheio de vontade de chorar
Meu menino se fez verdade
Dorme, meu pequenininho, 
dorme que a noite já vem
dorme que a vida já vem

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Ressurgir

Respirar,
Abrir os olhos.
Querer ver
Querer falar
Querer sentir
Querer Ser
Para ir pra onde?

02/04/2008 12:04


MEMÓRIAS

Olhar esta imagem, não é sempre que me atrevo!
Para não me deparar com um turbilhão de memórias,
pela dor que, sem saber bem porquê, sinto
Falta coragem de abrir o baú das minhas recordações...
Todos temos um baú,
e temos o imenso baú da memória.
Por mais que eu não abra as caixas ou os baús,
a memória não deixa descansar
e nem todos os lutos são tão suaves.
A distancia nos faz perceber, que levamos pra todo lugar a nessa memória
O seu olhar está em ti, sorri, chora, contigo, quando à tua volta tudo é gelo, consegues escutar? é no teu peito que a sua voz se faz sentir...
Transforma-se, mas permanece em nós, pura, como antes, como sempre...
Onde quer esteja, sei que te sorri e abraça com uma infinita ternura.
Liberta de tudo o que é insignificante,
Sente, escuta, e sorri-lhe..
São tuas memórias

                                                                      10/07/2009 19:36

quarta-feira, 21 de setembro de 2011


071fig.jpgPor onde ando
Tão perdida em meios devaneios
E com tanto medo de achar
Me achar
De descobrir que sei realmente o que quero
De ter que tomar atitudes
Como sempre
Estou eu aqui
Fugindo das escolhas
Deixando que a vida me leve
Continuo sendo uma menina
Insegura
Incerta
Ah! Pobre menina
A vida ta passando

domingo, 18 de setembro de 2011

Abandono




Nem perceberam que o relógio na parede
Enlouqueceu, adiantou-se ao meu tempo.
Saíram porta a fora.
E eu fiquei sentada no sofá,
com o som do riso em meus ouvidos,
e as conclusões de nossas longas conversas
Pairando na sala.
Tudo silencioso, sem vozes tão conhecidas
Fazendo mil indagações sobre tudo,
Porque tudo era muito importante pra vocês
O por de sol, a chuva, a injustiça, a riqueza,
a pobreza (de espírito ou de grana).
Cadê nossa cumplicidade?
Só restou-me
O conhecimento que acho que tenho de vocês,
Será que vocês conseguiram
absorver tudo?
Tudo o que eu queria

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Tempo



Meu filho escreveu, queria que eles escrevessem mais.
Assim posso ver o quanto cresceram

o tempo as vezes parece
inimigo da gente
nos separando de pessoas
q queremos perto
e nos levando a lugares
desconhecidos, estranhos

o tempo que gera saudade
gera tristeza , gera vontade
vontade de ter por perto
oq vc deixo pra tras
oq vc axava q era
o caminho mais correto

o tempo q nos amadurece
e mostra q oq parecia certo
era o pior caminho tivesse
mostra q o caminho inesperado
eh o caminho mais claro

o tempo as vezes
anda do nosso lado
e as vezes
anda do lado contrario.



Depois de ler este texto de Lufague decidi, que vou realmente voltar a escrever e a ler e reler, tudo. E vou fazer deste espaço meus olhos, meu livro de memórias. Por tanto ca estou.

Antes que seja tarde

Essa minha necessidade, latente de passar a limpo Minhas emoções, registrar meus profundos sentimentos Essa imensa satisfação que me praz, feito distração, feito diversão, em êxtase. É poder escrever, escrever e escrever, poder compartilhar Escritos tão singulares, poder permutar, em ler estilos diferentes. Trocas de impressões fortes extraídas das entranhas das emoções. Poder publicar, colocar a conceitos, opiniões e julgamentos, Confesso ser um pouco assustador, principalmente para os iniciantes, Assim como eu. Em contrapartida é muito mais interessante e gratificante Podermos colher elogios critica construtivo, ou mesmo criticas ferina,não importa. Somos o que pensamos, por conseguinte o que escrevemos. E aqui o publicamos cientes que os comentários não são migalhas de autoafirmação São incentivos que nos incita nos impulsiona, enquanto amadores, entusiastas, ou mesmo profissionais do poetificar. Faço-me registro no que escrevo e publico mesmo que virtual, como atitude de liberalidade De mim para mim, como doação, generosidade, nessa imensa satisfação dessa troca de escrever e ler-te. Lufague